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Posted by: In: Notícias 24 mar 2015 Comentários: 0

racionamento

Governo praticamente descarta medida, mas consultorias dizem que risco é superior a 60%. Baixo nível dos reservatórios demanda cortes, mas governo aposta em chuvas e na redução do consumo.

Apesar de o governo praticamente descartar um racionamento de energia neste ano, especialistas do setor afirmam que essa possibilidade existe, e não é remota.

Dados do próprio ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) indicam a probabilidade de um racionamento. Simulação da consultoria Thymos, feita com dados do ONS, mostra que a chance haver um corte de 5% na carga é de 24%.

“Mas os números do ONS são muito otimistas. Na nossa visão, há 60% de chance de um racionamento superior a 5%”, diz João Carlos Mello, presidente da Thymos. A análise considera o quadro recessivo da economia. “Se o país estivesse crescendo, a situação seria ainda mais grave.”

A consultoria PSR estima um risco de racionamento de 95% para as regiões Sudeste e Sul. “Isso indica que, em pouquíssimos cenários hidrológicos, não seria preciso ter um corte na carga”, diz Priscila Lino, consultora da PSR.

A equipe da consultoria aponta que é necessário reduzir a demanda em 6% ante 2014 para chegar ao fim do ano com os reservatórios acima de 10%, nível considerado o mínimo adequado.

Para Luiz Pingelli Rosa, diretor da Coppe-UFRJ, seria “prudente” se o racionamento já tivesse em vigor. “Temos mais um mês de chuvas. Se elas não forem abundantes, será necessário decretá-lo.”

Apesar das chuvas recentes, os reservatórios ainda estão muito baixos para essa época. Segundo Pinguelli, o nível mínimo satisfatório é de 30% até o final de abril, quando começa o período seco.

No Sudeste/Centro-Oeste, responsável por 70% da capacidade de armazenamento do país, os reservatórios estavam em 24% da capacidade na quinta (19). Em março de 2014, estava em 36%.

Para que os reservatórios atinjam 30% em um mês, é preciso que as precipitações fiquem acima da média histórica –probabilidade remota, segundo climatologistas.

“As chuvas devem ficar na média em abril, maio e junho. Não serão suficientes para reverter o quadro atual”, afirma Bianca Lobo, meteorologista da Climatempo.

O Ministério de Minas e Energia informou que “devido à grande variabilidade das afluências aos reservatórios no chamado ‘período úmido’, que vai de dezembro a abril, análises mais conclusivas sobre o sistema elétrico serão obtidas ao fim deste período”.

Além de torcer por chuvas acima da média, o governo aposta que a crise econômica e o tarifaço reduzirão o consumo de energia em 2015, evitando o racionamento e um maior desgaste político.

Fonte: Folha de São Paulo

Posted by: In: Notícias 10 mar 2015 Comentários: 0

energia-governo

A ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou e passam a vigorar a partir do dia 02/03/2015 os primeiros reajustes de contas de luz de 2015, que começam a sofrer impacto do repasse dos empréstimos bancários bilionários feitos pelo governo no ano passado para socorrer as distribuidoras. A alta nas tarifas supera, em alguns casos, os 40%, e aqui no nosso estado em especial temos casos como por exemplo o da concessionária AES que ao aumento chega em 39,5 % ,sem contar a questão das bandeiras tarifáricas .

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Posted by: In: Notícias 03 mar 2015 Comentários: 0

As tarifas de energia elétrica terão revisão tarifária extraordinária em março, que chega na conta de luz em abril. A medida foi confirmada pela Agência Nacional de Energia Elétrica.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS


Nas principais distribuidoras do Rio Grande do Sul, os reajustes serão:

CEEE 21,9%

AES Sul 39,5%

RGE 35,5%

No entanto, o aumento da conta de luz de março será maior ainda porque a tarifa de energia elétrica representa apenas parte do valor. Isso porque a Aneel também aprovou a elevação das bandeiras tarifárias. O mecanismo entrou em vigor em janeiro para repassar mensalmente ao consumidor o custo da energia e já precisou ser reajustado.

A bandeira verde indica condições favoráveis de geração de energia e, nesse caso, a tarifa não sofre acréscimo. Na bandeira amarela, as condições de geração são menos favoráveis e, por isso, a tarifa tem acréscimo de R$ 2,50 para cada 100 quilowatt-hora consumidos. Se houver condições mais caras de geração, a bandeira vermelha é acionada é há um acréscimo de R$ 5,50 para cada 100 quilowatts consumidos.

-E teremos bandeira vermelha e, pelo menos, pelos próximos dois anos. – adverte Paulo Steele, especialista em energia e sócio da TR Soluções.

Portanto, além dos percentuais da revisão extraordinária de tarifas, a conta de luz terá o impacto do aumento das bandeiras tarifárias. Além disso, sobre os valores, têm a incidência de tributos. Outro aumento que o consumidor terá com certeza ao longo do ano são os reajustes anuais tradicionais, que ocorrem na data contratual de cada distribuidora. A data de reajuste da AES Sul é em abril. RGE é em junho e CEEE, em outubro.

Por Giane Guerra – Clic RBS

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