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Posted by: In: Notícias 15 jan 2015 Comentários: 0

por Cadu Caldas

Ministro da Fazenda diz que não haverá subsídios para empresas de energia, e custos devem ser pagos pelo consumidor. Especialistas estimam que alta no Estado pode representar metade da conta atual.

 

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Foto: Marcello Casal Junior / Agência Brasil

 

É bom o consumidor gaúcho calçar sapato com solado de borracha a partir de agora para receber a conta de luz: a chance de levar um choque é grande. Não bastasse o início da cobrança da bandeira tarifária a partir de janeiro, que já representará peso extra na fatura, os usuários devem encarar outros dois aumentos em 2015.

A dimensão exata do reajuste ainda não é conhecida, mas especialistas fazem projeções. Se São Pedro continuar não ajudando e a seca na Região Sudeste persistir, o tarifaço total pode chegar a 55% para parte dos consumidores gaúchos, conforme cálculos de Paulo Steele, analista que atuou por cerca de cinco anos na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no desenvolvimento do cálculo dos custos para concessionárias e hoje está na consultoria TR Soluções.

Lei a notícia na íntegra.

Posted by: In: Notícias 09 jan 2015 Comentários: 0

O que é uma Estufa de Pré Gelatinização InfraRed?

A Estufa de Pré Gelatinização, ou “Booster”, como é chamada no U.S.A, é uma Estufa com dois ou três módulos de painéis Catalíticos InfraRed, a qual é posicionada diretamente na entrada de uma Estufa Convencional do tipo Convectiva.

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Onde as Estufas de Pré Gelatinização são usadas ?

As Estufas de Pré Gelatinização podem ser usadas nas seguintes situações:

  • Na Cura da Pintura a pó de peças grandes com secções transversais espessas, onde a Pré Gelatinização pode ser necessária p/ sua intensificação antes da entrada na Estufa Convectiva;
  • Na Cura da Pintura a Pó , para qualquer peça em que haja necessidade de incrementar a velocidade da linha , quando a Estufa Convectiva atual não é mais suficiente longa para atender esta demanda. A Estufa de Pré Gelatinização vai garantir um incremento de velocidade da linha ,enquanto utilizamos o mesmo comprimento de Estufa disponível;
  • Se você já tiver enfrentado problemas de contaminação transversal relativo ao movimento do ar oriundo da Cortina de Ar na entrada da Estufa Convectiva , a Estufa de Pré Gelatinização reduzirá este problema;
  • Se for frequente a troca de cores no seu processo , a Estufa de Pré Gelatinização permitirá uma redução da distância entre as peças de diferentes cores na sua monovia de transporte , isto se dará devido a redução da contaminação transversal, causado inicialmente pelo movimento de ar dentro da Estufa Convectiva.

Considerando as vantagens de uma Estufa de Pré Gelatinização

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  • Comprimento total de 29,3 m, com uma velocidade de linha de 0,9 m/min.
  • O tempo de Cura disponível será de 33 min;
  • Pela inserção da Estufa de Pré Gel de 3,65 m de comprimento na entrada da Estufa Convectiva , haverão três possíveis cenários a considerar .

Opção 1 – Manter a Velocidade, porém reduzindo o comprimento da Estufa

Usando a regra do 3:1 (para cada 3 min. na Estufa Convectiva , apenas 1 min é necessário na Estufa “InfraRed “ Catalítica a Gás, para que as peças metálicas sejam gelatinizadas por 4 min, o equivalente a 12 min de exposição numa Estufa Convectiva.

  • Portanto, neste caso as peças requerem apenas 21 min. (33 min -12 min = 21 min.)
  • O Comprimento requerido total da Estufa é reduzido p/ 19,20 m (21 min x 0,91 m/min.)
  • Portanto, o comprimento total da Estufa (Pré Gel + Convecção) será de = 3,65 m + 19,20 m = 22,85 m.
  • Isto representa 7,0 m, ou seja (24%) de redução no comprimento total da Estufa

Opção 2 – Aumento da velocidade da linha , porém mantendo o mesmo comprimento da Estufa.

  • Neste caso , o comprimento total da linha é ainda 29,3 m , entretanto os primeiros 3,65 m será ocupado pela Estufa “InfraRed “ Catalítica a Gás.
  • Novamente usando a regra dos 3:1 , o equivalente aumento no comprimento da Estufa será de 36,6 m.
  • Porém ,nós ainda requeremos um tempo de cura de 33 min, então a velocidade requerida da linha será de 36,6 m/ 33 min. = 1,10 m/ min.
  • Isto representa um incremento de velocidade de cerca de 20 %.

Opção 3 – Adição de uma Estufa de Pré Gel na linha existenteSe o espaço de 3,65 m não for o problema, então uma estufa de Pré Gel poderá ser adicionada a linha, posicionando-a diretamente na Entrada da Estufa Convectiva.

  • Então, o comprimento equivalente (comprimento atual = 33 m) irá tornar-se um comprimento de 40 m (11 m + 29 m)
  • Se o processo de cura requer um tempo de cura de 33 min, portanto necessitamos de uma velocidade de linha 40 m / 33 min = 1,21 m/min.
  • Isto representa um incremento na velocidade da linha de cerca de 33 %.
  • Naturalmente, estes resultados podem ser melhorados ainda mais, aumentando o comprimento da Estufa de Pré Gel, de acordo com as finalidades exigidas do processo de pintura.

Adicionado Economia de Energia no Processo os clientes que utilizam as Estufas de Pré Gel descobriram na primeira vez que foi instalado o equipamento, que o pó gelatiniza rapidamente e que uma menor quantidade de calor é requerida para finalizar o processo de cura. Isto significa dizer que a parte Convectiva da Estufa pode operar com temperaturas menores, resultando assim uma considerável economia de energia, neste caso o gás.

Conclusões

Concluindo, para qualquer dos casos abordados anteriormente, as vantagens do uso de uma Estufa de Pré Gelanitização “Infra Red” Catalítica a Gás da ETIN for, pode ser resumida como :

  • Aumento da Velocidade da Linha;
  • Aumento na capacidade e produtividade da Linha;
  • Memso comprimento da linha, ou até mesmo redução;
  • Redução de Contaminação Transversal.

Para maiores Informações

Se você deseja maiores informações, nos contate ou preencha o nosso formulário de cotação online que está disponível no site da empresa.

Posted by: In: Notícias 09 jan 2015 Comentários: 0

A ETIN forneceu para unidade americana da FRAS-LE em Alabama – U.S.A uma uma célula composta de cabine de pintura automática para tinta a base d’água, esteira transportadora e sistema de exaustão com lavagem dos gases, estufa de cura com sistema de aquecimento a através de painéis infra-vermelhos, para executar a pintura com tinta a base d’água em lonas de caminhão ref. 4515 e a cura das mesmas através ondas Infravermelhas.

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Toda esta linha está projetada para atender uma demanda de uma caixa com 30 peças a cada 15 segundos, com temperatura média de cura na face da pastilha de 120º C com um tempo máximo de permanência 3 min.

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Na parte superior do túnel de aquecimento tem um exaustor que faz a extração dos gases quentes decorrentes do processo de cura da tinta a base d’água .

Posted by: In: Notícias 09 jan 2015 Comentários: 0

Toda a tecnologia foi desenvolvida pela engenharia da ETIN e a montagem e os testes de aprovação submetido pelo cliente foram feito dentro das instalações em Canoas/RS.

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A primeira estufa que foi entregue para a unidade de São Leopoldo o ano passado, é provida de uma porta de acesso para carga/descarga somente, e as demais estufas que foram fabricadas para exportação, duas estufas para Edmonton no Canadá e uma para Houston nos Estados Unidos, sendo que a última foi feita a entrega em abril passado, tiveram seus projetos mais avançados e foram providas de 2 portas de acesso para carga/descarga, a fim de atender o processo do cliente como também suas capacidades de carga.

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Estas estufas possuem dimensões externas aproximadas de 3 m de largura x 3 m de altura x 10 m de comprimento e são equipadas com 2 queimadores a gás de 250.000 kcal/h cada um, para atender uma temperatura de até 150 °C na câmara de aquecimento e de até 85 °C nos componentes que estão sendo processados.

A capacidade total de carga de cada estufa é de 25 toneladas, distribuídas em 10 berços longitudinais que se movimentam onde são acondicionados os Tubos e “Cores “ que são submetidas ao aquecimento uniforme até atingir as temperaturas programadas, aferidas por sensores infravermelhos diretamente sobre a carga que se deseja avaliar; estes berços giram para posicionamentos devidamente programados para o carregamento, aquecimento e descarga, comandados por um CLP dedicado.

Posted by: In: Notícias 05 jan 2015 Comentários: 0

Visto como a nova fronteira energética do País, o gás natural pode colocar o Brasil em um novo patamar no cenário internacional.

Até então associado à exploração de petróleo no mar, o gás natural virou tema de estudos profundos, feitos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e por empresas, que indicam enorme potencial em bacias terrestres. Para especialistas, o Brasil tem reservas gigantescas de gás natural do porte das de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos. Com isso, a oferta ao mercado deve aumentar 360%, passando dos atuais 65 milhões para 300 milhões de metros cúbicos por dia entre 2025 e 2027. Para 2020, a Petrobras, principal produtor, trabalha com um cenário de 200 milhões de metros cúbicos por dia.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vai mais longe, e prevê a autossuficiência do País no setor em cinco anos. Depois, pode até se tornar exportador. É tanto gás que em áreas como nas bacias do Parecis, em Mato Grosso, e do São Francisco, em Minas Gerais, o gás chega a borbulhar, num fenômeno denominado exsudações. Em certos pontos, como na pequena Buritizeiro, em Minas Gerais, na água que jorra do solo, com apenas um fósforo, se acende uma chama intermitente. “Na Bacia do Parecis, em Mato Grosso, no rio Teles Pires, há 800 metros de rio borbulhando gás e, em certos pontos, se pode até gravar o som. Podemos deixar um Brasil desses para trás?”, pergunta Magda Chambriard, diretorageral da ANP.

Mas, para aproveitar todo esse potencial, é preciso que o governo defina uma nova política para o uso do gás e que a ANP, que já investe R$ 120 milhões por ano no estudo das bacias sedimentares, volte a fazer as rodadas de licitações, paradas desde 2008, com a descoberta do pré-sal.

Especialistas acreditam que, com mais matéria-prima e as novas técnicas de exploração, a indústria nacional pode ganhar competitividade. E, hoje, o preço do gás, acima da média mundial, pode convergir para patamares internacionais nos próximos oito anos, reduzindo em 53% o valor cobrado do setor, estima a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

O potencial é enorme. Hoje, 96% das bacias ainda não foram exploradas. Estudos geológicos da ANP indicam grandes reservatórios em seis bacias, do Norte ao Sul. O diretor do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP e exdiretor da Petrobras Ildo Sauer vai mais longe: para ele, o Brasil está à beira de uma revolução energética. Segundo o especialista, estimativas do Departamento de Energia dos EUA dão conta de que o Brasil pode ter reservas de 7 trilhões de metros cúbicos, contra os 395 bilhões de metros cúbicos atuais. O volume é equivalente a quatro milhões de barris de petróleo por dia. Marco Tavares, da consultoria Gas Energy, diz que a exploração de gás em parte das bacias ganhou nova dimensão com a descoberta de uma nova técnica, pelos americanos, que torna os campos economicamente viáveis.

Fonte: Jornal do Comércio

Posted by: In: Notícias 05 jan 2015 Comentários: 0

O setor brasileiro de gás liquefeito de petróleo (GLP) continua crescendo um pouco acima do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), disse hoje (25) à Agência Brasil o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), Sergio Bandeira de Mello. Este ano, a expectativa é fechar com crescimento de vendas em torno de 2,3%.

“Para nós, é um número muito bom”, ressaltou, embora a expansão das vendas em embalagens para consumo residencial até 13 quilos seja de apenas 1%. Mello explicou que para os botijões individuais até 13 quilos, destinados a residências, a tendência é a estabilização ou crescimento lento, porque “cada vez mais há residências multifamiliares e existe a conveniência das centrais de gás”.

Essas centrais são instaladas no andar térreo das edificações, que utilizam bateria de cilindros de 45 quilos de GLP, cuja distribuição interna é feita por meio de ramais. “Esse é o novo gás encanado dentro do prédio. Essa é a modalidade de fornecimento que vem crescendo mais”, apontou. Mello esclareceu que os novos prédios têm se adaptado às exigências de maior eficiência energética, e são construídos de modo a que cada unidade familiar não tenha necessidade de ter um cilindro de gás só seu.

A central de gás é controlada pelo condomínio, e pode ser atendida pela rede de 56 mil revendedores em todo o país, ou diretamente pelas distribuidoras, dependendo do tipo de contrato estabelecido. De acordo com a assessoria de imprensa do Sindigás, a utilização do GLP é considerada requisito para a obtenção da classificação de eficiência energética pelo novo Selo Procel de Edificações, que a Eletrobras lançará amanhã (26), no Rio de Janeiro, para premiar os melhores projetos ou empreendimentos construídos.

Apesar do avanço do gás natural, o Sindigás vem registrando crescimento também das vendas de GLP para a indústria. “O setor de gás tem conseguido se reinventar na indústria, aumentando também sua participação no agronegócio, para secagem de grãos e aquecimento de ninhadas, com maior controle que o uso de lenha”, destacou.

Foi observado também aumento do uso de aquecedores de água a gás, que Mello indica como mais eficientes que os chuveiros elétricos. “Instalar hoje em um prédio comercial ou residencial chuveiros elétricos é mais caro do que fazer uma instalação para aquecedores a gás”, disse ele, e observou ainda que é mais barato pagar o GLP do que pagar energia elétrica para aquecimento de água. Outra vantagem, do ponto de vista do governo, acrescentou, é ligada à diminuição dos picos de demanda.

Sergio Bandeira de Mello avaliou que a crise recente que envolve a Petrobras ão afetou o desempenho do setor de GLP. “Não tivemos problema nenhum. A crise [da Petrobras] não nos afetou em nada”, assegurou.

O recorde de consumo de GLP foi registrado no ano passado, com um volume vendido de 7,329 milhões de toneladas. Da demanda nacional, entre 75% e 80% de GLP são produzidos no país. As estimativas sinalizam, porém, para um equilíbrio entre produção e demanda entre 2016 e 2018, com possibilidade, inclusive, de superávit, admitiu Mello. Esse cenário vai diminuir mais a dependência do mercado externo, uma vez que parte do produto para abastecimento do consumo doméstico é oriunda de importações.

Como os produtos derivados do petróleo têm demanda muito direcionada pela oferta, o presidente do Sindigás manifestou expectativa de que o produto tenha oferta mais agressiva no país, pois acredita que “existam mais estímulos para acabar com as proibições de uso de GLP” em grupos geradores de energia.

Fonte: EBC – Agência Brasil – por Alana Gandra – Edição: Stênio Ribeiro