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Posted by: In: Notícias 22 abr 2015 Comentários: 0
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

As tarifas de energia elétrica da AES Sul terão reajuste médio de 5,46% . O percentual foi aprovado há pouco pela Agência Nacional de Energia Elétrica.

Baixa tensão (ex.: residências) +4,36%

Alta tensão (ex.: indústrias) +6,95%

O aumento passa a valer a partir do dia 19 de abril, próximo domingo. É a data base do contrato da distribuidora. Este é o reajuste anual tradicional.

A concessionária atende cerca de 1,3 milhão de clientes. Na revisão tarifária extraordinária, que entrou em vigor em março, o efeito médio para a AES Sul foi um reajuste de 39,45%.

Foi o aumento mais elevado na revisão tarifária extraordinária de março.

Mudança na divulgação

A Aneel decidiu não divulgar mais os índices de reajuste pedidos pelas concessionárias. A decisão é recente. Por isso, o percentual de aumento pediu pela AES Sul já não foi divulgado.

Por Giane Guerra – Clic RBS

Posted by: In: Notícias 14 abr 2015 Comentários: 0

O Sistema FIRJAN defende o acesso aos insumos essenciais de produção em condições adequadas de qualidade, quantidade e preço como fator essencial para a competitividade da indústria e para o desenvolvimento econômico do Brasil. Um desses insumos é o gás natural, que possui papel significativo no setor industrial. Dessa forma, este portal tem o objetivo de apresentar, de forma atualizada, simples e consolidada, quanto custa o gás natural canalizado para a indústria no Brasil – por distribuidora e por estado – além de comparações internacionais.

Confira no link os principais resultados.

Posted by: In: Notícias 14 abr 2015 Comentários: 0

O Sistema FIRJAN defende energia barata e de qualidade como fator essencial para a competitividade da indústria e para o desenvolvimento econômico do Brasil. Este portal tem o objetivo de apresentar, de forma atualizada, simples e consolidada, quanto custa a energia elétrica para a indústria no Brasil – por distribuidora e estado – além de comparações internacionais.

Confira no link os principais resultados.

 

Posted by: In: Notícias 07 abr 2015 Comentários: 0

As manobras do governo federal para evitar um racionamento de energia elétrica neste ano poderão custar tão caro para a sociedade quanto um programa de redução de consumo. Nos últimos meses, com o forte desgaste político da administração da presidente Dilma Rousseff, o Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) lançaram mão de uma série de medidas para aumentar a oferta e diminuir a demanda de energia. Quase todas implicarão aumento da conta de luz.

custo-energia

Imagem meramente ilustrativa.

Uma das mais relevantes é a portaria que autoriza a compra de energia de shopping centers, supermercados e demais empresas que tenham geradores elétricos. Por causa do alto custo, as empresas deixam esse tipo de equipamento em stand by para eventuais quedas de energia do sistema (calcula-se que a capacidade instalada no País com esses geradores supere 7 mil MW). Agora, elas poderão lucrar com o equipamento. Para cada megawatt hora (MWh) produzido com óleo diesel, será pago R$ 1.420,34; e, a gás natural, R$ 792,49.

A regulamentação da medida deve sair nas próximas semanas para início de geração a partir de maio. Mas, enquanto os donos de geradores tendem a lucrar com a medida, os demais consumidores vão arcar com os custos altos. Em um cálculo conservador feito pela Comerc Comercializadora, supondo que a oferta de energia atinja 1 mil MW médios e que o gerador produza durante 60% do tempo, a despesa pode chegar a R$ 5 bilhões em oito meses. Há quem aposte que a oferta possa alcançar mais de 2 mil MW, o que significaria mais de R$ 10 bilhões.

“É uma solução paliativa, a toque de caixa”, afirma o diretor da consultoria Thymos Energia, Ricardo Savoia. Embora defenda a geração própria de energia, ele acredita que é preciso ter cuidado com a quantidade e qualidade do produto. No caso do diesel, a energia é cara e causa graves prejuízos ao meio ambiente se for usada de forma intensiva.

Além da contratação dos geradores, o governo também ampliou a possibilidade de importar energia da Argentina e do Uruguai. Na quarta-feira passada, o Ministério de Minas e Energia publicou, no Diário Oficial da União, a autorização para que a Petrobras e a Eletrobras sejam responsáveis pela operação.

A importação, no entanto, ainda é uma dúvida, já que no inverno o consumo de energia é alto na Argentina. Se sobrar alguma coisa para vender ao Brasil, o preço será alto, afirma o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos. Pelas regras estabelecidas pelo ministério, o custo de importação que superar o preço do mercado à vista (o chamado PLD) será coberto pelo Encargo de Serviço do Sistema (ESS), pago por todos os brasileiros.

As duas medidas (compra de energia térmica e importação) têm o objetivo de preservar a água dos reservatórios – até 1 de abril, o nível das represas do Sudeste/Centro-Oeste estavam em 28,8%, abaixo dos 30% esperados pelo governo. Mas, ao reduzir a energia hídrica, o governo tende a ampliar o rombo entre os geradores, que vão produzir menos do que a garantia física. Antes mesmo de se cogitar a possibilidade de contratar energia de shoppings e supermercados, a expectativa de prejuízo das geradoras superava R$ 20 bilhões com a queda de produção.

A esperança do governo Dilma é que, com a tarifa mais alta e a campanha de preservação de energia no rádio e na televisão, o brasileiro reduza o consumo neste ano. “O consumidor cativo terá um sinal de preço que vai incentivá-lo a reduzir o consumo”, afirma Vlavianos, referindo-se aos reajustes anuais de tarifas, ao reajuste extraordinário decorrente do alto custo das térmicas e da bandeira tarifária, que hoje é de R$ 5,50 a cada 100 kWh consumidos.

Em fevereiro, o uso da energia caiu 2,2% e, no ano, 0,5%. O resultado foi decorrente especialmente do baixo desempenho da economia brasileira. Só o setor industrial reduziu o consumo em 4,7% no primeiro bimestre. O consumo residencial cresceu 2,6% por causa do calor que atingiu a Região Sudeste em janeiro.

Fonte: Jornal do Comércio – Notícia da edição impressa de 06/04/2015

Posted by: In: Notícias 24 mar 2015 Comentários: 0

racionamento

Governo praticamente descarta medida, mas consultorias dizem que risco é superior a 60%. Baixo nível dos reservatórios demanda cortes, mas governo aposta em chuvas e na redução do consumo.

Apesar de o governo praticamente descartar um racionamento de energia neste ano, especialistas do setor afirmam que essa possibilidade existe, e não é remota.

Dados do próprio ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) indicam a probabilidade de um racionamento. Simulação da consultoria Thymos, feita com dados do ONS, mostra que a chance haver um corte de 5% na carga é de 24%.

“Mas os números do ONS são muito otimistas. Na nossa visão, há 60% de chance de um racionamento superior a 5%”, diz João Carlos Mello, presidente da Thymos. A análise considera o quadro recessivo da economia. “Se o país estivesse crescendo, a situação seria ainda mais grave.”

A consultoria PSR estima um risco de racionamento de 95% para as regiões Sudeste e Sul. “Isso indica que, em pouquíssimos cenários hidrológicos, não seria preciso ter um corte na carga”, diz Priscila Lino, consultora da PSR.

A equipe da consultoria aponta que é necessário reduzir a demanda em 6% ante 2014 para chegar ao fim do ano com os reservatórios acima de 10%, nível considerado o mínimo adequado.

Para Luiz Pingelli Rosa, diretor da Coppe-UFRJ, seria “prudente” se o racionamento já tivesse em vigor. “Temos mais um mês de chuvas. Se elas não forem abundantes, será necessário decretá-lo.”

Apesar das chuvas recentes, os reservatórios ainda estão muito baixos para essa época. Segundo Pinguelli, o nível mínimo satisfatório é de 30% até o final de abril, quando começa o período seco.

No Sudeste/Centro-Oeste, responsável por 70% da capacidade de armazenamento do país, os reservatórios estavam em 24% da capacidade na quinta (19). Em março de 2014, estava em 36%.

Para que os reservatórios atinjam 30% em um mês, é preciso que as precipitações fiquem acima da média histórica –probabilidade remota, segundo climatologistas.

“As chuvas devem ficar na média em abril, maio e junho. Não serão suficientes para reverter o quadro atual”, afirma Bianca Lobo, meteorologista da Climatempo.

O Ministério de Minas e Energia informou que “devido à grande variabilidade das afluências aos reservatórios no chamado ‘período úmido’, que vai de dezembro a abril, análises mais conclusivas sobre o sistema elétrico serão obtidas ao fim deste período”.

Além de torcer por chuvas acima da média, o governo aposta que a crise econômica e o tarifaço reduzirão o consumo de energia em 2015, evitando o racionamento e um maior desgaste político.

Fonte: Folha de São Paulo

Posted by: In: Notícias 10 mar 2015 Comentários: 0

energia-governo

A ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou e passam a vigorar a partir do dia 02/03/2015 os primeiros reajustes de contas de luz de 2015, que começam a sofrer impacto do repasse dos empréstimos bancários bilionários feitos pelo governo no ano passado para socorrer as distribuidoras. A alta nas tarifas supera, em alguns casos, os 40%, e aqui no nosso estado em especial temos casos como por exemplo o da concessionária AES que ao aumento chega em 39,5 % ,sem contar a questão das bandeiras tarifáricas .

Pensando em colaborar com as Industrias que tem em sua conta de energia elétrica boa parte do seu consumo debitado aos sistemas de aquecimento como por exemplo ,Fornos ,Secadores , Estufas de Secagem de Peças e de Pintura , Banhos Aquecidos p/ tratamento Químico e Lavagem de peças e bem como várias outras utilidades industriais, a ETIN –Sistemas de Combustão coloca a disposição do mercado sua “expertise “ de 15 anos em conversões deste tipo equipamento nas mais variados seguimentos do mercado nacional .

As formas para conversão de energia elétrica destas utilidades industriais estão focadas exclusivamente p/ gás Natural e GLP na grande maioria dos casos, podendo se estudar outros combustíveis como Pellet de Madeira e Óleo Combustível !

A nossa equipe técnica de Engenharia está capacitada e a sua disposição para realização de estudos de conversão destes equipamentos , sempre dispostos a oferecer soluções visando não só a questão da conversão mas também uma melhor eficiência energética dos equipamentos objetivando sempre a redução de consumo de qualquer que seja os “comoddities “ energéticos.

Faça contato conosco, para receber uma consultoria totalmente gratuita sobre as oportunidades de conversão energética que a sua empresa possui !

Etin – soluções personalizadas de acordo com a necessidade do cliente

A Etin fornece soluções personalizadas de acordo com a necessidade da sua empresa. Montamos nossos equipamentos dentro de projetos customizados de acordo com os seus objetivos e necessidades.

Nosso objetivo é fazer com que sua empresa conte com uma solução mais assertiva, através de nosso portfólio de produtos.
Oferecemos soluções, nas áreas de aquecimento industrial como Fornos Industriais, Secagem Industrial, Queimadores Infravermelhos e Sistemas de Combustão.

Nossa equipe é especializada e capacitada para desenvolver customizações que asseguram a redução de custos e garantem a utilização plena da uma tecnologia, que gera qualidade e economia ao seu negócio.

Além de fornecer suporte quando e onde você necessitar, com soluções rápidas e eficientes na manutenção preventiva e corretiva, instalação especializada e demais casos de assistência técnica em Sistemas de Combustão.

Faça como grandes empresas, multinacionais e líderes de mercado de diferentes segmentos: passe a utilizar as nossas modernas e eficientes soluções para qualquer tipo de negócio, empresa, produto ou serviço.

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Posted by: In: Notícias 03 mar 2015 Comentários: 0

As tarifas de energia elétrica terão revisão tarifária extraordinária em março, que chega na conta de luz em abril. A medida foi confirmada pela Agência Nacional de Energia Elétrica.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS


Nas principais distribuidoras do Rio Grande do Sul, os reajustes serão:

CEEE 21,9%

AES Sul 39,5%

RGE 35,5%

No entanto, o aumento da conta de luz de março será maior ainda porque a tarifa de energia elétrica representa apenas parte do valor. Isso porque a Aneel também aprovou a elevação das bandeiras tarifárias. O mecanismo entrou em vigor em janeiro para repassar mensalmente ao consumidor o custo da energia e já precisou ser reajustado.

A bandeira verde indica condições favoráveis de geração de energia e, nesse caso, a tarifa não sofre acréscimo. Na bandeira amarela, as condições de geração são menos favoráveis e, por isso, a tarifa tem acréscimo de R$ 2,50 para cada 100 quilowatt-hora consumidos. Se houver condições mais caras de geração, a bandeira vermelha é acionada é há um acréscimo de R$ 5,50 para cada 100 quilowatts consumidos.

-E teremos bandeira vermelha e, pelo menos, pelos próximos dois anos. – adverte Paulo Steele, especialista em energia e sócio da TR Soluções.

Portanto, além dos percentuais da revisão extraordinária de tarifas, a conta de luz terá o impacto do aumento das bandeiras tarifárias. Além disso, sobre os valores, têm a incidência de tributos. Outro aumento que o consumidor terá com certeza ao longo do ano são os reajustes anuais tradicionais, que ocorrem na data contratual de cada distribuidora. A data de reajuste da AES Sul é em abril. RGE é em junho e CEEE, em outubro.

Por Giane Guerra – Clic RBS

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Posted by: In: Notícias 15 jan 2015 Comentários: 0

por Cadu Caldas

Ministro da Fazenda diz que não haverá subsídios para empresas de energia, e custos devem ser pagos pelo consumidor. Especialistas estimam que alta no Estado pode representar metade da conta atual.

 

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Foto: Marcello Casal Junior / Agência Brasil

 

É bom o consumidor gaúcho calçar sapato com solado de borracha a partir de agora para receber a conta de luz: a chance de levar um choque é grande. Não bastasse o início da cobrança da bandeira tarifária a partir de janeiro, que já representará peso extra na fatura, os usuários devem encarar outros dois aumentos em 2015.

A dimensão exata do reajuste ainda não é conhecida, mas especialistas fazem projeções. Se São Pedro continuar não ajudando e a seca na Região Sudeste persistir, o tarifaço total pode chegar a 55% para parte dos consumidores gaúchos, conforme cálculos de Paulo Steele, analista que atuou por cerca de cinco anos na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no desenvolvimento do cálculo dos custos para concessionárias e hoje está na consultoria TR Soluções.

Lei a notícia na íntegra.

Posted by: In: Notícias 09 jan 2015 Comentários: 0

O que é uma Estufa de Pré Gelatinização InfraRed?

A Estufa de Pré Gelatinização, ou “Booster”, como é chamada no U.S.A, é uma Estufa com dois ou três módulos de painéis Catalíticos InfraRed, a qual é posicionada diretamente na entrada de uma Estufa Convencional do tipo Convectiva.

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Onde as Estufas de Pré Gelatinização são usadas ?

As Estufas de Pré Gelatinização podem ser usadas nas seguintes situações:

  • Na Cura da Pintura a pó de peças grandes com secções transversais espessas, onde a Pré Gelatinização pode ser necessária p/ sua intensificação antes da entrada na Estufa Convectiva;
  • Na Cura da Pintura a Pó , para qualquer peça em que haja necessidade de incrementar a velocidade da linha , quando a Estufa Convectiva atual não é mais suficiente longa para atender esta demanda. A Estufa de Pré Gelatinização vai garantir um incremento de velocidade da linha ,enquanto utilizamos o mesmo comprimento de Estufa disponível;
  • Se você já tiver enfrentado problemas de contaminação transversal relativo ao movimento do ar oriundo da Cortina de Ar na entrada da Estufa Convectiva , a Estufa de Pré Gelatinização reduzirá este problema;
  • Se for frequente a troca de cores no seu processo , a Estufa de Pré Gelatinização permitirá uma redução da distância entre as peças de diferentes cores na sua monovia de transporte , isto se dará devido a redução da contaminação transversal, causado inicialmente pelo movimento de ar dentro da Estufa Convectiva.

Considerando as vantagens de uma Estufa de Pré Gelatinização

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  • Comprimento total de 29,3 m, com uma velocidade de linha de 0,9 m/min.
  • O tempo de Cura disponível será de 33 min;
  • Pela inserção da Estufa de Pré Gel de 3,65 m de comprimento na entrada da Estufa Convectiva , haverão três possíveis cenários a considerar .

Opção 1 – Manter a Velocidade, porém reduzindo o comprimento da Estufa

Usando a regra do 3:1 (para cada 3 min. na Estufa Convectiva , apenas 1 min é necessário na Estufa “InfraRed “ Catalítica a Gás, para que as peças metálicas sejam gelatinizadas por 4 min, o equivalente a 12 min de exposição numa Estufa Convectiva.

  • Portanto, neste caso as peças requerem apenas 21 min. (33 min -12 min = 21 min.)
  • O Comprimento requerido total da Estufa é reduzido p/ 19,20 m (21 min x 0,91 m/min.)
  • Portanto, o comprimento total da Estufa (Pré Gel + Convecção) será de = 3,65 m + 19,20 m = 22,85 m.
  • Isto representa 7,0 m, ou seja (24%) de redução no comprimento total da Estufa

Opção 2 – Aumento da velocidade da linha , porém mantendo o mesmo comprimento da Estufa.

  • Neste caso , o comprimento total da linha é ainda 29,3 m , entretanto os primeiros 3,65 m será ocupado pela Estufa “InfraRed “ Catalítica a Gás.
  • Novamente usando a regra dos 3:1 , o equivalente aumento no comprimento da Estufa será de 36,6 m.
  • Porém ,nós ainda requeremos um tempo de cura de 33 min, então a velocidade requerida da linha será de 36,6 m/ 33 min. = 1,10 m/ min.
  • Isto representa um incremento de velocidade de cerca de 20 %.

Opção 3 – Adição de uma Estufa de Pré Gel na linha existenteSe o espaço de 3,65 m não for o problema, então uma estufa de Pré Gel poderá ser adicionada a linha, posicionando-a diretamente na Entrada da Estufa Convectiva.

  • Então, o comprimento equivalente (comprimento atual = 33 m) irá tornar-se um comprimento de 40 m (11 m + 29 m)
  • Se o processo de cura requer um tempo de cura de 33 min, portanto necessitamos de uma velocidade de linha 40 m / 33 min = 1,21 m/min.
  • Isto representa um incremento na velocidade da linha de cerca de 33 %.
  • Naturalmente, estes resultados podem ser melhorados ainda mais, aumentando o comprimento da Estufa de Pré Gel, de acordo com as finalidades exigidas do processo de pintura.

Adicionado Economia de Energia no Processo os clientes que utilizam as Estufas de Pré Gel descobriram na primeira vez que foi instalado o equipamento, que o pó gelatiniza rapidamente e que uma menor quantidade de calor é requerida para finalizar o processo de cura. Isto significa dizer que a parte Convectiva da Estufa pode operar com temperaturas menores, resultando assim uma considerável economia de energia, neste caso o gás.

Conclusões

Concluindo, para qualquer dos casos abordados anteriormente, as vantagens do uso de uma Estufa de Pré Gelanitização “Infra Red” Catalítica a Gás da ETIN for, pode ser resumida como :

  • Aumento da Velocidade da Linha;
  • Aumento na capacidade e produtividade da Linha;
  • Memso comprimento da linha, ou até mesmo redução;
  • Redução de Contaminação Transversal.

Para maiores Informações

Se você deseja maiores informações, nos contate ou preencha o nosso formulário de cotação online que está disponível no site da empresa.

Posted by: In: Notícias 09 jan 2015 Comentários: 0

A ETIN forneceu para unidade americana da FRAS-LE em Alabama – U.S.A uma uma célula composta de cabine de pintura automática para tinta a base d’água, esteira transportadora e sistema de exaustão com lavagem dos gases, estufa de cura com sistema de aquecimento a através de painéis infra-vermelhos, para executar a pintura com tinta a base d’água em lonas de caminhão ref. 4515 e a cura das mesmas através ondas Infravermelhas.

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Toda esta linha está projetada para atender uma demanda de uma caixa com 30 peças a cada 15 segundos, com temperatura média de cura na face da pastilha de 120º C com um tempo máximo de permanência 3 min.

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Na parte superior do túnel de aquecimento tem um exaustor que faz a extração dos gases quentes decorrentes do processo de cura da tinta a base d’água .